Blog do Felipe Albuquerque


21/06/2011


Escrito por Felipe Albuquerque às 14h23
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26/04/2011


Escrito por Felipe Albuquerque às 02h42
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25/04/2011


CURSO DE EXTENSÃO - FORMAÇÃO EM HARDWARE

Parte do material estará disponivel no site:

Com o login: f.albuquerquedealmeida@gmail.com e senha: apostilas321

ou se preferir faça seu próprio cadastro em: http://www.apostilando.com/pagina.php?cod=2

Segue abaixo a lista de links para download:

Montagem e Manutenção de Microcomputadores

http://www.apostilando.com/download.php?cod=3265&categoria=Hardware

Dispositivos de Entrada

http://www.apostilando.com/download.php?cod=3228&categoria=Hardware

Apostila de Processadores

http://www.apostilando.com/download.php?cod=3219&categoria=Hardware

Manuseio de Equipamentos

http://www.apostilando.com/download.php?cod=3218&categoria=Hardware

Apostila completa de Hardware 114 Páginas

http://www.apostilando.com/download.php?cod=3204&categoria=Hardware

 

 

Escrito por Felipe Albuquerque às 02h49
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28/03/2011


 

Pilha de Protocolos

Já dizia minha avó que se não é possível matar um bicho de sete cabeças, então você deve antes transformá-lo em sete bichos de uma cabeça só. Este mesmo conceito é aplicado em muitos projetos de informática: para reduzir a complexidade do projeto, ele é dividido em projetos menores e independentes mas com a capacidade de se comunicar entre si.

Em análise de sistemas isso se chama indireção, para os administradores isso é delegar, para os vagabundos isso é tirar o seu da reta, mas aqui vamos chamar de fatiamento. As redes de computadores, assunto complexo à primeira vista, são sempre resolvidas através do fatiamento, criando vários níveis que se comunicam entre si, as chamadas pilhas (ou camadas) de protocolos.

Vamos nós a mais uma metáfora para entender melhor como isso acontece.

Imagine que um Executivo brasileiro queira mandar uma carta para um Executivo japonês. Se não houvesse o fatiamento, ele precisaria, primeiro, aprender japonês. Depois de aprender japonês e escrever sua carta, ele teria, então, que descobrir o endereço para onde deveria mandar a carta. Depois de descobrir o endereço, ele deveria, então, levar a carta até o Japão, e entregar pessoalmente a correspondência. Trabalhoso, não?



O primeiro fatiamento possível aqui seria o Executivo contratar alguém para levar a carta até o japonês. Para ele, tanto faz se o cara pega um navio ou avião para chegar ao Japão, ou mesmo se vai andando. Além disso, também não importa ao Executivo como o Entregador descobre o endereço.

Os níveis, apesar de se comunicarem, são independentes, e o que importa é que a carta chegue. Além disso, para o Entregador, pouco importa o que tenha que levar, seu serviço é apenas entregar, não importa o que.



O segundo fatiamento ficaria a cargo do Entregador. Ao invés de ele mesmo pegar a carta e levar até o Japão, ele passa a contar com os serviços dos Correios. Além disso, ele passa a ter outro nome, passando a se chamar Correspondente. Este fatiamento acontece também no Japão, pois o Executivo de lá é esperto e copiou a idéia do brasileiro.

Novamente, o novo nível, dos Correios, é independente. Para os Correspondentes, pouco importa o modo usado pelos Correios para fazer a carta chegar ao outro lugar - avião, a pé, email ou teleporte - o que importa é que chegue. E repare que o Executivo não precisa nem saber que existe um outro nível depois do Correspondente: o serviço prestado a ele continua sendo o mesmo.



Depois disso, o Executivo vê que aprender japonês não vai ser uma boa e fatia de novo, contratando um Tradutor. Mas não um Tradutor comum! Aqui todos os Tradutores falam apenas duas línguas: braile e a língua de quem o contratou. É bom que seja assim porque todos os Tradutores conseguem conversar entre si. Vejamos o que passa a acontecer: 

- O Executivo brasileiro escreve a carta em bom português a entrega para o Tradutor, dizendo a ele para traduzir e mandar para o Japão.
- O Tradutor traduz a carta para o braile e a entrega para o Correspondente, dizendo a ele para mandar para o Japão.
- O Correspondente põe a carta nos Correios, endereçada ao Japão.
- Os Correios levam a carta ao Japão e entregam-na ao Correspondente de lá.
- O Correspondente entrega a carta ao Tradutor, para que ele a traduza e a repasse para o Executivo japonês.
- O Tradutor traduz a carta do braile para o japonês e a entrega ao Executivo.

O que aconteceu? O Executivo brasileiro deixou de se preocupar com o idioma, mas para o Correspondente quase nada mudou, pois seu serviço continua sendo pegar as cartas e pedir aos Correios para entregar coisas. A única diferença é que, agora, ao invés de entregar as cartas diretamente para o Executivo, ele as entrega para o Tradutor.



Vamos agora fazer um último fatiamento. Como todos sabemos, Executivos são pessoas muitíssimo ocupadas, que não têm muito tempo para interromper o trabalho para escrever ou ler cartas. Pensando em uma maneira de melhorar isso, eles resolvem que melhor seria ditar as cartas para alguém escrever e ter alguém para ler as cartas para eles. E como conseguir isso? Simples: como sempre estão presos nos engarrafamentos, eles ditam as cartas em um gravador de voz, que é entregue à Secretária para que ela transcreva seu conteúdo e então a repasse para o Tradutor. No destino, o serviço da Secretária é ler a carta, registrando sua voz em um gravador. O Executivo japonês, preso no engarrafamento, ouve a carta.

Para os Executivos, nada mudou: eles continuam enviando e recebendo cartas. Para os Tradutores, nada mudou também: eles continuam traduzindo cartas de e para o braile. Os Correspondentes e os Correios ficam alheios à mudança.



Até aqui, com a ajuda de todas as ilustrações, a leitora já deve ter entendido a razão de ser da palavra "pilha". Todo este processo se resume ao empilhamento de responsabilidades. 

Mas e os protocolos? Bem, meu primo Aurélio explica que protocolo é um conjunto de regras de como-agir. Nas ilustrações, vemos que os "trabalhadores" de mesmo nível se comunicam entre si, mas não diretamente: os Executivos têm toda a linguagem dos negócios, as Secretárias lidam com áudio, os Tradutores têm em comum o braile e os Correspondentes têm suas regras de como embalar as correspondências. Mesmo não se falando diretamente, eles conseguem entender o que seu companheiro quis dizer por terem um código que ambos entendem.

Logo, se cada nível tem um protocolo, podemos dizer, grosso modo, que temos uma pilha de protocolos.

É muito importante salientar que isso não apenas facilita a execução do projeto como um todo mas permite a modificação do funcionamento de um nível sem que isso comprometa o funcionamento de toda a engrenagem. Se os Correspondentes resolvem embalar as cartas de maneira diferente (mandando uma página em cada envelope) ou se as secretárias passam a fazer as gravações de outro jeito (com um destes programas que lê textos em voz alta), isso não faz diferença para os outros níveis.

Isso traz outra vantagem, no sentido de que pode-se trocar o "trabalhador" de um nível por outro mais capacitado ou mais barato: pode-se trocar a secretária fanha por uma com voz sensual, ou então um tradutor por outro que faça o serviço em metade do tempo.

É exatamente assim que a coisa funciona nas redes: o seu jogo quer informar ao jogo da sua prima que você deu um tiro, então ele repassa isso para o sistema operacional, que criptografa a informação e então repassa para o software que controla a placa de rede. Este software pega os dados criptografados pelo sistema operacional, divide a informação em pacotes devidamente endereçados e numerados e repassa para a placa de rede. A placa transforma os pacotes em sinais telefônicos (ou luminosos, ou de rádio, isso depende da sua conexão) e pede para os fios enviarem aquilo.

Quando aquela bagunça toda chega na placa de rede da sua prima, ela (a placa) transforma em pacotes os sinais recebidos, estes pacotes são repassados para o software controla a placa. Este software remonta os pacotes na ordem certa e os entrega ao sistema operacional. O sistema operacional descriptografa os dados e os entrega ao jogo da sua prima. O jogo vê o que os dados dizem e então mostra na tela que você deu um tiro. Tudo isso em frações de segundo.

Se a sua conexão é lenta, você pode trocá-la por uma melhor. Se sua placa não consegue converter os pacotes em sinais de forma 100% confiável, você pode comprar outra. Estas mudanças não geram problemas para as outras camadas.

Claro que este último exemplo não é exatamente o que acontece na realidade, pois a pilha de protocolos normalmente usada é um pouco mais complexa, mas serve para que a leitora possa entender o que quero explicar.

Fonte: http://vovoviuarede.blogspot.com/2007/08/pilha-de-protocolos.html

 

Escrito por Felipe Albuquerque às 12h25
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25/03/2011


REDES DE COMPUTADORES

© UFPB / CCT / DSC / PSN, 2001 * Parte 3: TCP/IP - Endereçamento * Pág. 1

ENDEREÇAMENTO

! Arquitetura TCP / IP propõe esquema de endereçamento universal

- endereço IP – que deve:

♦ Identificar unicamente uma rede na Internet;

♦ Identificar unicamente cada máquina de uma rede.

! Um endereço IP compõe-se de uma quadra de números naturais

na faixa de 0 (zero) a 255 – um byte, normalmente representado

por:

número . número . número . número

! Exemplos de endereços IP são:

♦ 100 . 101 . 102 . 103

♦ 150 . 165 . 166 . 0

♦ 200 . 201 . 203 . 255

 

Fonte: http://www2.lsd.ufcg.edu.br/~walfredo/cursos/2003/redes20031/p4b.pdf

Escrito por Felipe Albuquerque às 16h43
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22/03/2011


 

Pretendo alterar essa base e postar o resultado no meu próximo post...

 

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Escrito por Felipe Albuquerque às 15h25
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03/03/2011


HOJE É TEMPO DE SER FELIZ!

A vida é fruto da decisão de cada momento. Talvez seja por isso, que a idéia de plantio seja tão reveladora sobre a arte de viver.

Viver é plantar. É atitude de constante semeadura, de deixar cair na terra de nossa existencia as mais diversas formas de sementes.

Cada escolha, por menor que seja, é uma forma de semente que lançamos sobre o canteiro que somos. Um dia, tudo o que agora silenciosamente plantamos, ou deixamos plantar em nós,será plantação que poderá ser vista de longe...

Para cada dia, o seu empenho. A sabedoria bíblica nos confirma isso, quando nos diz que "debaixo do céu há um tempo para cada coisa!"

Hoje, neste tempo que é seu, o futuro está sendo plantado. As escolhas que você procura, os amigos que você cultiva, as leituras que você faz, os valores que você abraça, os amores que você ama, tudo será determinante para a colheita futura.

Felicidade talvez seja isso: alegria de recolher da terra que somos, frutos que sejam agradáveis aos olhos!

Infelicidade, talvez seja o contrário.

O que não podemos perder de vista é que a vida não é real fora do cultivo. Sempre é tempo de lançar sementes... Sempre é tempo de recolher frutos. Tudo ao mesmo tempo. Sementes de ontem, frutos de hoje, Sementes de hoje, frutos de amanhã!

Por isso, não perca de vista o que você anda escolhendo para deixar cair na sua terra. Cuidado com os semeadores que não lhe amam. Eles têm o poder de estragar o resultado de muitas coisas.

Cuidado com os semeadores que você não conhece. Há muita maldade escondida em sorrisos sedutores...

Cuidado com aqueles que deixam cair qualquer coisa sobre você, afinal, você merece muito mais que qualquer coisa.

Cuidado com os amores passageiros... eles costumam deixar marcas dolorosas que não passam...

Cuidado com os invasores do seu corpo... eles não costumam voltar para ajudar a consertar a desordem...

Cuidado com os olhares de quem não sabe lhe amar... eles costumam lhe fazer esquecer que você vale à pena...

Cuidado com as palavras mentirosas que esparramam por aí... elas costumam estragar o nosso referencial da verdade...

Cuidado com as vozes que insistem em lhe recordar os seus defeitos... elas costumam prejudicar a sua visão sobre si mesmo.

Não tenha medo de se olhar no espelho. É nessa cara safada que você tem, que Deus resolveu expressar mais uma vez, o amor que Ele tem pelo mundo.

Não desanime de você, ainda que a colheita de hoje não seja muito feliz.

Não coloque um ponto final nas suas esperanças. Ainda há muito o que fazer, ainda há muito o que plantar, e o que amar nessa vida.

Ao invés de ficar parado no que você fez de errado, olhe para frente, e veja o que ainda pode ser feito...

A vida ainda não terminou. E já dizia o poeta "que os sonhos não envelhecem..."

Vai em frente. Sorriso no rosto e firmeza nas decisões.

Deus resolveu reformar o mundo, e escolheu o seu coração para iniciar a reforma.

Isso prova que Ele ainda acredita em você. E se Ele ainda acredita, quem sou eu pra duvidar... (?)

Padre Fábio de Melo

Escrito por Felipe Albuquerque às 01h08
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27/02/2011


Inovar sem perder o foco

Quem lê meus posts em sequência não consegue ver sempre sobre um determinado assunto, estou sempre mudando minhas idéias...

Mas há algumas semanas venho tentando focar em uma linguagem (ABAP), e em duas atividades que são necessárias para o meu desenvolvimento (Terminar o ensino superior que é só uma etapa das várias que vem por ai e trabalhar para manter minha renda), tenho que ter esses 3 pontos como prioridade sem perder o foco...

* Fiz treinamento de uma semana em ABAP na cidade de Campinas, e seguindo com este curso estudando a distancia nas horas vagas e fins de semana.

* A faculdade vem ficando interessante, com novas ferramentas e técnicas dentro de toda essa metodologia... 

* E trabalho é uma coisa que eu faço mesmo não tendo um emprego fixo, sou um cara que sempre tem idéias, porém nem sempre consigo as por em prática, mesmo assim consigo ter o meu dinheiro todo mes.

E lendo esse trecho do texto publicado pela Maria Cecilia Stroka, consegui pelo menos divulgar minhas idéias aqui no blog:

"O vice-reitor da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP) Antonio Vico Mañas abordou o tema Estratégias de inovação no ensino e empregabilidade destacando o papel essencial das universidades, que é o de formar pessoas e proporcionar um ambiente fértil para a criação e o debate de ideias. Segundo Mañas, o desafio das universidades e demais núcleos de educação continuada e pós-graduação é "conseguir costurar educação, instrução e treinamento".

Mañas salientou ainda a importância de se criar um ambiente estimulante para transmitir o que foi aprendido e quebrar barreiras. Isto é, inovar. Ele disse que possui um conceito particular sobre o tema: "Ter a ideia é criatividade. Inovação é colocá-la em ação". Em síntese: inovação é capturar novos valores de novas maneiras. Fomentar novos produtos, serviços, processos, tecnologias e negócios. Criar novas regras e oportunidades de conseguir vantagem competitiva e resultados pioneiros.


Para o vice-reitor, empregabilidade do ponto de vista das empresas é buscar novos talentos, encontrá-los, aproximá-los e mantê-los produtivos, críticos, incansáveis no inovar. Do ponto de vista de quem procura trabalho, empregabilidade é vista como "tenho talento e preciso encontrar onde utilizá-lo e que me deixem compartilhá-lo. Só então ficarei (produtivo, crítico, criativo, entusiasmado)", explicou."

http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/sem-entender-do-negocio-nao-ha-como-transformar-criatividade-em-inovacao/48544/print/

Escrito por Felipe Albuquerque às 01h27
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29/01/2011


Nova Paixão

Não mergulhei a fundo ainda, estou muito interessado pelo assunto, venho buscando a motivação que estou sentindo agora a muito tempo.

A questão é que tive momentos nessas férias que me fizeram refletir muito sobre o que se fazer para ser alguém na vida.

E fazer o que se sente paixão é uma ótima alternativa, mas assim como em todo relacionamento, PAIXÃO é só o inicio.

Após um bate papo e uma lida rápida a um livro de JAVA na WEB consegui extrair as seguintes palavras:

JEE (Java Enterprise Edition) é unir o JSE (Java Standard Edition) ao enterprise, de tal forma que se faça módulos separados por:

CLIENTES, WEB, NEGÓCIOS, e SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. (Que são 4 camadas)

Mas não há uma arquitetura fixa, são arquiteturas que variam de acordo com a situação.

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Muito bacana o que estou começando a ver, hoje também tirei dúvidas que parecem ser bobas mas que são excepcionais.

Por exemplo: Diferença entre APIs e Library.

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Buenas noches,

espero que essas palavras além de servir a mim, sirva para outras pessoas pararem para pensar. 

Escrito por Felipe Albuquerque às 02h04
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25/01/2011


O básico sobre o computador

É um dispositivo eletrônico controlado por um software, que é o sistema operacional (Windows, Linux, Mac), usado para processar dados. Constituído por componentes eletrônicos, circuitos integrados, cada vez menores e encaixados em um pequeno pedaço de silício, usualmente chamado de chip.

Os chips, são a essência dos computadores modernos, porque são eles que executam todas as operações. Controladas por um sistema operacional (Windows, Linux, Mac). Sem os sistemas operacionais o computador nada mais é do que partes eletrônicas.

O sistema operacional é um conjunto ordenado de instruções que determina o que o computador deve fazer, e quem controla os sistemas depois de pronto é o usuário final, ou seja, você! Sorriso

Eu gosto de participar de todas as etapas, hardware, construção do software, e ser mais um entre tantos usuários dessa ferramenta que nos ajudou bastante no final do século 20 e inicio do século 21.

Escrito por Felipe Albuquerque às 23h48
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04/09/2010


DFD Nivel 1 - Exemplo com o Visio do pacote OFFICE:

como uma imagem vale mais do que mil palavras, ai vão algumas...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Escrito por Felipe Albuquerque às 00h24
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10/07/2010


Como evitar que inveja atrapalhe no trabalho

>Renata Avediani, de Você S/A Segunda-feira, 05 de julho de 2010 - 09h28

SÃO PAULO - A inveja é um sentimento nocivo, mas que faz parte do cotidiano das empresas.

Quando não gerenciada, ela prejudica o clima, compromete a produtividade das equipes e a carreira dos profissionais.

“Quem tem inveja se preocupa mais com o desempenho do outro do que com o seu próprio”, diz o consultor Maurício Goldstein, autor do livro Jogos Políticos nas Empresas (Editora Campus/Elsevier).

Por outro lado, quem é alvo da inveja pode sofrer as consequências sem ao menos se dar conta. “Essas pessoas começam a ser alvo de fofocas, podem ser marginalizadas ou ter seus erros mais expostos, já que são mais observadas”, diz Maurício. Para as empresas, o dano é ainda mais silencioso, já que é difícil de ser mensurado.

As americanas Tanya Menon e Leigh Thompson, professoras da Chicago Booth School of Business e da Kellogg School of Management, respectivamente, realizaram estudos com executivos de diversos setores e descobriram que as pessoas invejosas estão mais dispostas a aprender com as ideias que vêm de outras empresas do que com as dos colegas do escritório.

“Quando copiamos algo que vem de fora, somos vistos como empreendedores, mas, se a sugestão vier de alguém da própria companhia, é esse profissional que fica marcado como o líder intelectual do grupo”, escrevem as professoras em artigo publicado em abril na edição americana da revista Harvard Business Review.

O resultado da dor de cotovelo corporativa é a resistência para ouvir as sugestões dos colegas, desperdício de talentos, resultados abaixo do possível e perda de receita.

Onde está o problema?

O cotidiano no escritório propicia a proliferação da inveja. Há forte cobrança por resultados, todos disputam o reconhecimento do chefe e, muitas vezes, os critérios da competição estão nas entrelinhas.

“Onde as regras não são claras, a competição é predatória”, afirma a professora Patrícia Tomei, da escola de negócios da PUC-Rio e autora de Inveja nas Organizações (Makron Books).

“Apesar do discurso sobre a importância das competências comportamentais e dos valores, os profi ssionais ainda são mais avaliados pela qualificação técnica e pelos resultados”, diz.

Logo, quem consegue reconhecimento nem sempre é visto como merecedor, principalmente diante dos olhos dos invejosos. Para evitar que isso aconteça, na farmacêutica Boehringer Ingelheim, com sede em São Paulo, os líderes são preparados para ter conversas transparentes com a equipe.

“Quando as pessoas sabem o que se espera delas, fica mais fácil entender quando um reconhecimento não vem da forma desejada”, diz Adriana Tieppo, diretora de RH da Boehringer.

Além disso, há um trabalho com os gestores para que liderem mais pelas suas atitudes do que pelo cargo que ocupam. “Estimulamos a admiração em vez da inveja”, diz Adriana.

Invejoso, eu?

Se este tem sido um sentimento recorrente, cuidado. Admitir que sente inveja é o primeiro passo para gerenciá-la (no site da VOCÊ S/A há um teste para lhe ajudar).

Liste situações em que sentiu inveja e avalie que inseguranças suas estão associadas a elas. Fica mais fácil trabalhar suas deficiências e diminuir a incidência da inveja.

Além disso, é importante aguçar a autopercepção: o que você faz bem, o que precisa melhorar e quais são seus motivadores. “Muita gente, por não se conhecer, inveja o cargo, o salário e o status dos outros, mas na verdade não é aquela posição que lhe trará realização”, diz Patrícia Tomei, professora da PUC-Rio e autora de Inveja nas Organizações. Logo, concentre-se no seu desenvolvimento, e não nas conquistas alheias.

Escrito por Felipe Albuquerque às 14h03
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03/07/2010


Os americanos se acham demais, nessa entrevista o cara assume que explora os coitados da china, e os brasileiros com mão de obra barata...

http://info.abril.com.br/tvinfo/info-no-ar/entrevista-chris-anderson.shtml

A culpa é de quem se vende por pouco.

 

Escrito por Felipe Albuquerque às 09h35
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18/06/2010


Seminário Uniesp - Novas Tecnologias de Processadores


No ultimo dia 02 eu e meus colegas de classe fizemos uma apresentação em um seminário,

com o tema: "Novas tecnologias de processadores".

 

Segue abaixo uma das imagens diponiveis em: prudente.uniesp.edu.br


Escrito por Felipe Albuquerque às 10h55
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24/05/2010


Projetos futuros:

 

              Já alcançamos o futuro com toda essa tecnologia presente no nosso cotidiano, mas ainda assim todos os dias aparecem novidades. E os processadores estão realmente em alta. 

 

 

 

              O destaque é: “O Futuro dos processadores quânticos” que mudará toda a nossa realidade mais é algo que está distante. Mas mesmo distante, o futuro dessa peça tão importante já tem mais resultados do que o nosso campeonato nacional:

 

 

              Chegando quase ao dobro de resultados, ainda se comenta pouco sobre o assunto que deveria ser de conhecimento de toda essa ultima geração que está ganhando poder de compra e utilizando cada vez mais várias ferramentas ao mesmo tempo. Milhões de jovens enquanto escreve algo no Blog também está postando fotos no Orkut, baixando filmes, atualizando o twitter, respondendo algo no formspring, e jogando online. Fora aqueles que trabalham com ferramentas super exigentes de processamento, enfim, há “n”coisas que podem ser feitas simultaneamente quando se tem um bom processamento.

Escrito por Felipe Albuquerque às 10h51
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